Às vezes tem vezes que a gente se sente bem consigo mesmo. Frase não mais redundante do que o verão do Rio é a melhor coisa que existe. Não o verão no Rio, porque essa época, em especial pela prolífera quantidade de pivetes, guardadores safados, vendedores espertos, não é recomendada para gente de pouca experiência, vulgo turistas, que assim acabam por justificar a expressão green go. Não trabalho no Centro da cidade, não trabalho. Tenho férias. Longas férias no horizonte. Tenho o sol. Perdi algumas coisas recentemente, muita coisa, perdi um presente e com ele a possibilidade de uma vida inteira pela frente, escrevi a história mais bonita, agora manchada, mas que é eterna em sua escrita. Ganhei a alegria, alegria de Caetano, de não ter nada no bolso, não de tomar uma Coca-Cola, mas um açaí, um suco, uma cerveja estupidamente gelada, um mate de galão, uma água de coco. Não jogo altinha, a tradicional alta, mas gosto de assistir, a bola, pular, de um lado, pro outro. Ando muito, n...